Mulher Mundo Afora
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Mulheres em Cuba
Em 1907, só 12 dos médicos, advogados, arquitetos, e engenheiros em Cuba eram mulheres. Três em quatros das mulheres que trabalhavam eram empregadas domésticas. Hoje, quase metade dos médicos e professores de universidades do país é constituída por mulheres, e 60 por cento dos estudantes universitários também. Cuba tem o terceiro maior número de mulheres representantes do corpo político do terceiro mundo.

O acontecimento que mudou a perspectiva de vida da mulher cubana foi a revolução socialista de 1959, que deu prioridade a justiça social - incluindo igualdade entre os sexos - e estabilizou a federação cubana de mulheres, que alistava centenas de mulheres para ensinar numa campanha

nacional contra o analfabetismo.

Melhor assistência médica para mulheres grávidas diminuiu enormemente o índice de mortalidade materna, e a fundação de boas creches públicas ajudou a triplicar o número de mulheres no trabalho. Mas a mulher ainda predomina apenas no setor "feminino" do trabalho, como saúde, educação e trabalhos clericais. Elas também têm que satisfazer uma cultura machista, em que se espera que elas se tornem esposas e mães, e façam todo o trabalho doméstico.

Sob o comunismo, a redistribuição de bens fez com que o padrão de vida da maioria dos cubanos seja muito baixo. E desde que a ex-União Soviética parou seu apoio econômico no início dos anos 90, a falta de comida e gasolina têm piorado ainda mais a vida das pessoas em Cuba; para as mulheres, isso tem significado uma luta ainda mais árdua para obter as necessidades diárias como chegar ao trabalho e alimentar suas famílias.

Aprenda sobre a história do negro em Cuba. Visite o site (em inglês):

the African cultures in Cuba

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